terça-feira, 7 de junho de 2011

Jardim do Éden

[...]A primeira coisa é ser você mesmo. E a segunda é saber quem você é. Por isso, permaneça você mesmo, permaneça natural. Tente ficar cada vez mais consciente do que é essa corrente vital que o está dirigindo. Quem está batendo seu coração? Quem está por trás da sua respiração?
Simplesmente se torne cada vez mais alerta sobre o que quer que você faça, o que quer que você pense, o que quer que você sinta. Simplesmente permaneça alerta, um observador na colina, e essa observação o ajudará a encontrar a sua disciplina. A observação continua o tornará consciente para abandonar muitas coisas que você está carregado desnecessariamente e que se tornam um peso, e para escolher apenas aquilo que está em harmonia com você, não um peso, mas um alívio.
Se você vive alerta, vive constantemente. Se você vive na imitação, vive erroneamente. Para mim há apenas um pecado: não ser você mesmo. E para mim há apenas uma virtude: conhecer a si mesmo.
Todas essas religiões tem impedido esse acontecimento. É hora de nos livrarmos de todo esse absurdo que o passado deixou sobre nossa cabeça. Se você puder ser Adão e Eva outra vez - não Moisés, não Mahavira, não Maomé, não Jesus, Não Confúcio, Não Lao-tsé - , se você for Adão e Eva, recém-nascidos, acabando de sair do Jardim do Éden, sem ninguém a quem pergunta o que fazer, ninguém a quem perguntar que disciplina é a certa, nenhum sacerdote, nenhum rabino, nenhum papa disponivel, o que você faria?

Faça isso!


(Osho) Ignorance to Innocence, discurso 13
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